segunda-feira, julho 23, 2007

»Deixa a vida me levar...

... será? Com o tanto de coisa que eu preciso me comprometer e levar a sério eu realmente me sinto estressada só de pensar. Então eu me pergunto: para que pensar?

“Não se preocupe com o futuro. Ou então preocupe-se, se quiser, mas saiba que pré-ocupação é tão eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equação de álgebra.” Filtro Solar - Mary Schmich


Eu não estou preocupada, eu não estou preocupada.
Mas, volto a pensar que eu preciso de um portfolio, preciso pelo menos começar um, e me estresso. O problema é pensar demais e agir de menos. Eu preciso pensar no máximo no que é o meu objetivo principal, depois: fazer de tudo para alcançar.
É “simples”: tudo depende de nós.
Na reflexão sobre o goshô (carta do Buda) do mês de junho o vice-coordenador da DS, José Luiz Prieto, escreveu:

“Há muitas pessoas que vivem em função do passado. Presas às lembranças, idealizam um tempo que nunca mais retornará. Reagem a ressentimentos, arrependimentos, relacionamentos mal resolvidos e acabam justificando a infelicidade futura. Já o Budismo Nitiren é focado no presente e no futuro. (...) No sutra Shinjikan, consta: ‘Se deseja compreender as causas do passado, observe os resultados que são manifestados no presente. E se deseja saber quais resultados serão manifestados no futuro, observe as causas do presente’. (As escrituras de Nitiren Daishonin, vol. II, pág. 164)”.


Por muito tempo, achei que Carpe Diem era uma aventura distante para os que tem consciência. Viver o presente sempre significou para mim uma vida de irresponsabilidade sem se preocupar com o futuro. Mas, lendo essa reflexão, percebi que o presente nos revela exatamente quem somos, de onde viemos e para onde vamos. Dessa forma, basta viver da melhor forma possível sintonizados em nossa missão individual.
O presidente da SGI, Daisaku Ikeda observa:

“Cada pessoa tem uma missão preciosa e insubstituível. Conforme indica o ensino budista das flores de ‘cerejeira, pessegueiro, amexeira e damasqueiro’, cada pessoa pode ser considerada como uma flor distinta e especial. É o poder da Lei Mística que capacita cada um de nós a fazer com que nosso potencial desabroche totalmente para cumprirmos nossa missão”.


Bem, vou trabalhar esse pensamento. É muito melhor do que viver deixando-se levar.

Aliás, boa notícia: eu estou lendo. Nunca mais havia tocado em um livro. Já terminei dois!

Um comentário:

Anônimo disse...

Oie... Passando msm só pra te deixar um super beijo e dizer q eu tô com muitas saudades de ti garotinha, não só eu como o Viní tá louco pra conhecer a titia Lita...
Sei q sua agenda está lotada, mas qdo tiver umm tempinho vamos marcar alguma coisa.
Bjinhos