... será? Com o tanto de coisa que eu preciso me comprometer e levar a sério eu realmente me sinto estressada só de pensar. Então eu me pergunto: para que pensar?
Eu não estou preocupada, eu não estou preocupada.
Mas, volto a pensar que eu preciso de um portfolio, preciso pelo menos começar um, e me estresso. O problema é pensar demais e agir de menos. Eu preciso pensar no máximo no que é o meu objetivo principal, depois: fazer de tudo para alcançar.
É “simples”: tudo depende de nós.
Na reflexão sobre o goshô (carta do Buda) do mês de junho o vice-coordenador da DS, José Luiz Prieto, escreveu:
Por muito tempo, achei que Carpe Diem era uma aventura distante para os que tem consciência. Viver o presente sempre significou para mim uma vida de irresponsabilidade sem se preocupar com o futuro. Mas, lendo essa reflexão, percebi que o presente nos revela exatamente quem somos, de onde viemos e para onde vamos. Dessa forma, basta viver da melhor forma possível sintonizados em nossa missão individual.
O presidente da SGI, Daisaku Ikeda observa:
Bem, vou trabalhar esse pensamento. É muito melhor do que viver deixando-se levar.
Aliás, boa notícia: eu estou lendo. Nunca mais havia tocado em um livro. Já terminei dois!
Um comentário:
Oie... Passando msm só pra te deixar um super beijo e dizer q eu tô com muitas saudades de ti garotinha, não só eu como o Viní tá louco pra conhecer a titia Lita...
Sei q sua agenda está lotada, mas qdo tiver umm tempinho vamos marcar alguma coisa.
Bjinhos
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